Frei Anastácio passa por cirurgia no Hospital Samaritano

O deputado estadual Frei Anastácio (PT)
foi submetido a uma cirurgia de hérnia de disco na tarde de hoje no Hospital
Samaritano. De acordo com informações fornecidas pelo hospital, o parlamentar
foi encaminhado ao bloco cirúrgico por volta das 14h40. Antes do procedimento,
ele conversou com o repórter Dênis Coelho e informou que o incômodo gerado pela
doença lhe fez recorrer à intervenção como forma de solucionar as dores.
O hospital tem me dado uma
assistência fora do comum. Meus exames estão bons e os médicos acharam que a
saída seria a cirurgia. Estou disposto e vou fazer porque não posso continuar
tendo crises e dores terríveis. Não suporto as dores.
A equipe que está realizando o
procedimento cirúrgico é comandada pelo médico Maurus Holanda.
Segundo o chefe da equipe, a cirurgia
deverá durar três horas e todo procedimento terá uma duração de cinco horas,
até o fim do efeito da anestesia. O cirurgião Maurus Holanda informou ao
parlamentar que a previsão é de que ele deverá retornar às atividades dentro de
15 dias. “Nós havíamos pensado em fazer a cirurgia em São Paulo, mas diante do
bom conceito e experiência da equipe de doutor Maurus resolvemos realizar a
cirurgia aqui mesmo”, disse Frei Anastácio.
Durante os próximos dois dias, depois da cirurgia, Frei Anastácio ficará em
repouso absoluto. Dessa forma, as visitas também serão restritas para evitar
que ele faça movimentos. Diante do quadro, a família do deputado pede a
compreensão de todos, para que ele possa ter uma recuperação rápida e
eficiente.
A hérnia de disco ocorre quando todo,
ou parte, de um disco na espinha é forçado a atravessar uma parte mais fraca do
disco. Isso gera pressão nos nervos vizinhos. Em alguns casos, a dor é tão
forte que o paciente não consegue se mexer.
O primeiro tratamento para a hérnia de
disco é um período curto de repouso com medicamentos analgésicos, seguido por
fisioterapia. A maioria das pessoas que segue esses tratamentos se recupera e
retorna a suas atividades normais. Poucas pessoas precisarão de mais
tratamento, que pode incluir injeções de esteroides ou cirurgia.
ParlamentoPB
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