A Avenida Paulista, no centro de
São Paulo (SP), virou uma verdadeira onda vermelha, nesta quarta-feira (16),
com cerca de 100 mil pessoas se manifestando em defesa da democracia e contra o
pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.
Os números foram divulgados pela
Central Única dos Trabalhadores (CUT), uma das entidades organizadoras das
manifestações em todo o País.
O Masp foi o local escolhido para
a concentração do ato, que seguiu pela Av. Paulista em direção à Consolação.
Todas as faixas nos dois sentidos da Avenida foram totalmente tomadas pela
passeata da democracia.
“Participei da época da ditadura
e é um golpe querer tirar a Dilma da presidência”, afirmou à reportagem do “G1”
o contador aposentado José Alves de Castro, de 86 anos, que estava no protesto
contra o impeachment na Avenida Paulista.
Para a designer Adriana Cristina,
presente na manifestação, o voto precisa prevalecer. “Meu voto tem que valer,
as pessoas precisam aprender a votar pra depois questionar”, afirmou.
Integrantes do Movimento dos
Trabalhadores Sem-Teto (MTST), a União Nacional dos Estudantes e União
Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) também participam de ato na
Avenida Paulista.
Fora Cunha – Os
manifestantes em São Paulo também pediram a saída do presidente da Câmara, o
deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a exemplo da professora Camila
Tenório Cunha.
“A gente está aqui para defender
a democracia, o que estão alegando para tirar a Dilma é porque ela investiu em
projetos sociais”, disse ao “G1”, acrescentando que, apesar de ter Cunha no
nome, quer a saída do presidente da Câmara de Deputados.
Da Redação da Agência
PT de Notícias, com informações do portal “G1”


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