Essa é uma realidade cruel e desumana! Assim, não aja como esses filhos ingratos; não se esqueça de sua Mãe, pois, ela jamais se esqueceria de você! Mesmo estando velhinha e doente; mesmo assim, ela não lhes esqueceria jamais!
Entende-se, portanto, que essas necessidades que à Mãe nutre – embora desprezada ou abandonada –, para terem as presenças dos filhos, têm uma justificativa premente: trata-se, obviamente, de uma carência afetiva, já que, por toda uma vida ela renunciou aos seus interesses pessoais; abdicando de sua própria vida, para se dedicar aos seus filhos; aos quais, hoje, – por ela não poder mais servi-los – às abandona em um asilo. Negando-lhe, assim, o direito dela absorver qualquer "ninharia" de afeto deles!
Pensem um pouco e reflitam sobre o que estou dizendo! Nós, – se é que chegaremos lá – poderemos "padecer" dessa mesma situação um dia! Sejamos gratos por tudo que nossa mãe nos fez! O hoje, sempre será diferente do amanhã!
MÃE, CORAÇÃO E FILHO!
Oferta-se um coração
Recheado de Amor
Coberto de serpentina
Enfeitado e com sabor
Na entrada está escrito:
Filho, entre, por favor!
Esse coração é grande
Espaçoso e confortável
É um misto de pureza
Não tem pedaço marcado
Está sempre disponível
Aberto e bem humorado
Com esse coração tão grande
Dotado de tanto amor
A Mãe vai levando à vida
Carregando a sua dor
Rezando pelo filho amado
Suplicando em seu favor
O amor da Mãe é puro
Não há o que contestar
Abraça seu filho amado
Renegando o hesitar
É um momento singelo
Para ao filho afagar
Quem, a não ser uma Mãe
Passaria nove meses
Com um bebê na barriga
Desejando a ele ver
Rezando e rogando a Deus
pra ver o filho nascer?
Se em todos os corações
Morasse o limo da vida
A vida seria mágica
Morando no berço da vida
Do amor que sente a Mãe:
Emerge o mapa da vida!
Patos, 04/05/2016
Anchieta Guerra.
Anchieta Guerra.
Maispatos
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